Benjamim Saga lança “Mar e Pólvora”, sobre a 2ª Guerra Mundial

Em mais uma empreitada do projeto Benjamim Saga, Dejair Benjamim (vocalista e guitarrista da clássica banda de heavy metal sergipana Tchandala) acaba de lançar a inédita “Mar e Pólvora”, em parceria com grandes nomes do rock/metal do estado de Sergipe.

A música, uma metal ópera repleta de melodias, cadências e diferentes vocalizações, é baseada no artigo “O fim do mundo começou no mar: os ataques do Submarino U-507 ao litoral sergipano em 1942”, do professor Dilton Maynard com Raquel Anne Lima de Assis. Um fato histórico, sobre o torpedeamento do submarino alemão durante a segunda guerra mundial.

“É um fato chocante e que marcou bastante – de forma negativa – a história do estado. Finalmente consegui contar a história de Sergipe, numa perspectiva mundial e com músicos da terra, com diferentes nuances de vozes e sonoridade”, declara Dejair.

A música surgiu do desejo de Dejair em juntar artistas da terra, e que acabou surpreendendo a todos. “Queria fazer um som com o pessoal de Sergipe, então conversei com o Siuari (Tchandala) sobre a composição, ele já tinha alguma coisa composta. Depois eu falei com Rafael do Snooze e, por tabela, Fabinho – toparam na hora. Queria que eles colocassem as influências deles na música”

Em seguida, mais um convidado de peso: Julico, do The Baggios, que tocou, cantou e ainda assina a arte da capa. “Chamei também o Silvio, da Karne Krua, e o Harrison da Mr. Skull, fui pegando os nomes de pessoas que eu admiro e que tem uma representatividade muito grande no cenário do rock sergipano”, comenta Dejair.

“Eu sempre gostei dessas participações. Na Tchandala eu já fazia isso, desde o primeiro CD sempre teve participações. E o Benjamim Saga me dá essa oportunidade. O som iniciou de uma forma e para cada elemento que foi chegando, cada pessoa que foi contribuindo, como o Danyel com as percussões, o Silvio Beijo com as violas, e isso foi dando um direcionamento diferente e então essa é uma música que tem influências dos anos 70, do metal, do rock, da música regional e conseguimos atingir o objetivo” finaliza Dejair.

Impressão de Carlos Lopes (Dorsal Atlântica)

Carlos Lopes, do Dorsal Atlântica, foi um dos primeiros a ouvir Mar e Pólvora e deu um relato sobre esta metal ópera do Benjamim Saga: “Adorei a música e o instrumental, aquele mix de hard com metal, além da brasilidade na intro. A faixa tem um groove dos anos 70, me lembra Heart, BOC e até um pouco de Foghat. As vozes em português me lembram os vocalistas dos anos 70 como os do Made in Brazil e da Patrulha do Espaço. E não é uma repetição de clichês, é como uma releitura. Amei, mesmo.”

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