Crazy Carpes: Encerrando a “Desert Soldier’s Saga” com o single e vídeo de “Desert Soldier III – No Return”.

O mundo do Heavy Metal é recheado de trabalhos especiais, muitas vezes com verdadeiras sagas épicas lançadas em formato de trilogia, como é o caso da banda gaúcha CRAZY CARPES, que encerra a fantástica “Desert Soldier’s Saga” com “Desert Soldier III – No Return”, disponível em vídeo e nas plataformas digitais.

Se a primeira parte, lançada em 24 de dezembro de 2021, já dava uma amostra da inventividade e criatividade do power trio, com “Desert Soldier II – Greater Than Death”, lançada em junho deste ano, ficou provado que Marcelo Carpes (guitarra/vocal), Maurício Carpes (bateria) e Alex Osterkamp (baixo) estão em sua melhor fase.

Gravado e produzido no próprio estúdio da banda, “Desert Soldier III – No Return” apresenta o que há de melhor no Heavy Metal, com boas doses de progressivo e ares épicos, como a saga pede. Assim como nos trabalhos anteriores, a arte da capa foi criada por Peter Rodrigues, garantindo também uma concepção visual homogênea e interligada com as artes anteriores.

Quanto ao vídeo, a banda trabalhou novamente com inteligência artificial, buscando referências que representam a força e ideia da música.




Ouça “Desert Soldier III – No Return” no Spotify:

Assista ao vídeo de “Desert Soldier III – No Return” no YouTube:

Entenda a “Desert Soldier’s Saga”:

A primeira parte da “Desert Soldier’s Saga”, lançada no dia 24 de dezembro de 2021, havia sido a música mais longa que o power trio havia composto, iniciando assim a história do “soldado do deserto”. Esta primeira parte narrava a história do guerreiro que enlouqueceu misteriosamente no deserto e fala sobre a degradação do espírito e da alma diante da depressão causada pelo afastamento da sua família, o que pode levar à morte, e além disso, reflete a angústia de um soldado enviado contra sua vontade em uma missão no deserto, do qual seria impossível retornar. Já a segunda parte, “Desert Soldier II – Greater Than Death”, lançada em junho deste ano, o personagem é tido como meio homem, meio Deus, de acordo com as escrituras encontradas no antigo Egito.

No desenrolar do enredo, ninguém havia encontrado seu corpo até esta operação secreta. O soldado havia descoberto uma forma de manipular a gravidade e o tempo, o que possibilitou a abertura de uma fenda no espaço-tempo. Com esse poder passou a ser cobiçado pelos senhores da guerra. Nesta finalização sobre a história do “soldado do deserto”, a banda fala sobre o tempo e como pode ser manipulado: “a música explica que ao manipular o tempo cobra-se um preço muito alto e deixa um rastro irreversível. O soldado agora sabe que era uma viagem sem volta. Em “No Return” o soldado se dá conta de que foi longe demais, a pessoa quem ele era não mais voltará ao cruzar o horizonte de eventos ele tomou sua decisão”.

Créditos da foto: Divulgação

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Maicon Leite

Assessor de Imprensa com a Wargods Press, colaborador da revista Roadie Crew, co-autor do livro Tá no Sangue! e podcaster com o Metal Legacy.