Olivêra celebra velho companheiro de aventuras
Single ‘Eu e meu DiGiorgio’ é uma ode rústico-transada e iconoclasta às referências do artista mineiro
O que é a arte? Um belo drible ou uma morena a sambar? Para animar a festa e o que convém, no dia 17 de setembro, quarta-feira, Olivêra lança ‘Eu e meu DiGiorgio’, música que homenageia referências e o primeiro instrumento musical do artista, revelando memórias, desejos e fantasias vividas em melodias e acordes de um violão. Disponível no site e nos canais de streaming do cantor, a canção é um rock leve, que celebra a música popular brasileira e a beleza poética de coisas simples, dos acordes modernos em um domingo de Sol.
Com uma estética indie, ‘Eu e meu DiGiorgio’ puxa a fila de lançamentos de Olivêra, que em novembro traz ao mundo seu sexto álbum, ‘Finja que não me conhece’, consolidando seu rock-brega-jovem-guardista-conceitural, com elementos de punk e hard core. Afinal, o démodé-futurismo vive, para quem é capaz de sentir!
Retomando sua faceta trovadora, contadora de histórias, mais descontraída e humorada, este lançamento de Olivêra têm a influência de nomes como Bidê ou Balde, Gang 90, Blitz, Itamar Assumpção, Premeditando o Breque, Arrigo Barnabé e Wander Wildner.
Produzido pela Sandália Records, em parceria com a Onyá Soluções Criativas, o single contou com a participação das cantoras Bruna e Canela. Olivêra ficou responsável pela criação da bateria eletrônica e por gravar contrabaixo, guitarra, teclado e vozes; enquanto Fred Mucci cuidou da mixagem e da masterização. A foto da capa é de Milena do Carmo.

