5 vocalistas brasileiras que poderiam entrar para o Arch Enemy
A banda sueca Arch Enemy, um dos maiores nomes do Melodic Death Metal mundial, vive um momento de indefinição que tem movimentado fãs ao redor do planeta, especialmente no Brasil.
Fundado em 1995, o grupo iniciou sua trajetória com vocais masculinos, mas consolidou sua identidade e alcançou um novo patamar de reconhecimento internacional quando Angela Gossow assumiu os vocais, tornando-se um dos maiores símbolos femininos do metal extremo.
Após sua saída dos palcos, Angela permaneceu nos bastidores da banda, e o posto foi assumido por Alissa White-Gluz, que ampliou ainda mais a popularidade do grupo. No entanto, no fim de 2025, Alissa surpreendeu o público ao anunciar sua saída, deixando oficialmente vago um dos cargos mais emblemáticos do metal mundial.
A situação ganhou contornos ainda mais intensos no Brasil quando o Arch Enemy foi anunciado como headliner do Bangers Open Air 2026, substituindo o Twisted Sister e, até o momento (Matéria escrita no dia 17 de Fevereiro), sem uma nova vocalista revelada.
Os rumores se espalharam rapidamente. Houve especulações sobre um possível retorno de Angela Gossow, algo que ela mesma negou, mas que muitos fãs ainda sonham em ver acontecer. Paralelamente, o nome de uma brasileira começou a ganhar força nas redes sociais e, a partir daí, o debate tomou proporções ainda maiores.
Com isso em mente, listamos cinco vocalistas brasileiras que têm técnica, presença e personalidade para assumir o microfone de uma das maiores bandas do metal extremo mundial.
May Puertas (Torture Squad)
Atual vocalista do Torture Squad, May Puertas é o nome que mais tem sido associado ao Arch Enemy nas últimas semanas. Dona de um gutural poderoso, técnica refinada e presença de palco marcante, ela já provou sua versatilidade no thrash/death metal. O burburinho aumentou após um post misterioso sobre uma “nova fase” em sua carreira, com uma música do Arch Enemy de fundo. Coincidência ou pista? Nada confirmado, mas seu nome certamente faz muito sentido.
Mylena Mônaco (Sinaya / Extreme Vocal Club)
Vocalista da Sinaya e fundadora do Extreme Vocal Club no Brasil, Mylena Mônaco é referência quando o assunto é técnica vocal extrema. Seu domínio de diferentes abordagens de gutural, resistência ao vivo e didática sobre o tema mostram uma artista extremamente preparada. Sua experiência internacional e sua postura profissional poderiam encaixar perfeitamente no nível de exigência que o Arch Enemy demanda.
Caroline Pilletti (Able to Return)
À frente da Able to Return, Caroline Pilletti combina agressividade e controle vocal com uma performance visceral. Sua entrega ao vivo chama atenção pela segurança e pela conexão com o público. Dentro da proposta melódica e agressiva do Arch Enemy, Caroline poderia trazer equilíbrio entre brutalidade e musicalidade, duas marcas fundamentais da banda sueca.
Giulia Roiz (Hatefulmurder / Ammit)
Conhecida por seu trabalho na Ammit e também por ser a nova vocalista do Hatefulmurder, Giulia Roiz já transita naturalmente pelo território do melodic death metal, o que a coloca em sintonia direta com a sonoridade do Arch Enemy. Tanto seus vocais limpos quanto os agressivos, aliados a uma presença de palco imponente, faz dela um nome que artisticamente se encaixa quase de forma orgânica na proposta da banda.
Fernanda Souza (InRaza)
Vocalista do InRaza, Fernanda Souza representa a força da nova geração do metal brasileiro. Em pouco tempo, tornou-se uma figura emblemática no underground nacional graças às suas performances ao vivo arrebatadoras e à entrega visceral no palco. Mas sua presença de palco não é seu único trunfo, pois sua voz é igualmente impactante, consolidando-a como uma das vocalistas mais poderosas do cenário independente brasileiro.

