ELECTROGRAMA conecta Brasil e Portugal em projeto colaborativo que fortalece o rock independente
Coletivo une músicos gaúchos e portugueses em iniciativa digital que aposta na troca cultural e na expansão de mercados para a cena autoral
A cena independente ganha um novo ponto de conexão entre continentes com o surgimento do ELECTROGRAMA, projeto colaborativo que reúne músicos e autores do sul do Brasil e de Portugal em uma proposta que vai além da música. A iniciativa nasce com o objetivo de fortalecer o rock independente, ampliando o alcance de artistas locais por meio da tecnologia digital e da circulação de conteúdo entre diferentes mercados.
Sem se limitar a rótulos ou estilos específicos, o ELECTROGRAMA aposta na liberdade criativa como motor principal. Cada participante contribui com sua própria identidade artística, criando um ambiente de troca onde diferentes influências se encontram. A proposta reforça a ideia de construção coletiva, algo cada vez mais presente na dinâmica da música independente contemporânea.
Troca cultural como combustível criativo
Mais do que lançar músicas, o projeto se estrutura como uma ponte cultural entre Brasil e Portugal. A interação entre músicos, produtores e técnicos dos dois países abre espaço para novas leituras, colaborações e experiências que enriquecem o processo criativo e ampliam a visão de mercado dos envolvidos.
Essa conexão também impacta diretamente na circulação das obras. A proposta do ELECTROGRAMA é impulsionar a presença dos artistas em rádios e veículos de comunicação, aumentando a visibilidade de produções autorais que muitas vezes ficam restritas a nichos locais. Ao integrar diferentes cenas, o coletivo contribui para dinamizar o mercado editorial e fortalecer a presença do rock independente em novos territórios.
Ouça agora “Primeiro Instante”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/12GO8RTCJMy1kLRHpYCRsT
Nomes relevantes da cena se unem ao projeto
O coletivo reúne uma lista diversa de artistas com trajetórias marcantes dentro da música independente. Entre os participantes estão Carlinhos Carneiro, conhecido pelo trabalho com a Bidê ou Balde, Frank Jorge, da Graforréia Xilarmônica, Edu K, ligado ao Defalla, e Tonho Crocco, da Ultramen. Também integram o projeto nomes como Andrio Maquenzi, Naddo Pontes, Marcelo Fornazier, King Jim, Izmália Ibias, Valmor Pedreti, Castor Daudt, Fredi Chernobyl, Bibiana Petek, Ary Eletrodelic e Maitê Storni.
Os artistas interpretam composições de autores como Plato Dvorak, Patsy Cecato e João Carlos Castanha, criando releituras e novas abordagens dentro do universo do rock e de suas variações. A diversidade de perfis reforça a proposta aberta do projeto, onde diferentes linguagens convivem sem a necessidade de seguir uma linha estética única.
Além da música, o ELECTROGRAMA também investe na produção audiovisual como parte essencial da experiência. Os cineastas Alex Sernambi, Valério Azevedo, Rogério Ferrari e Biah Wether são responsáveis pela criação e edição de videoclipes, ampliando o alcance das obras e fortalecendo a identidade visual do coletivo.

Expansão internacional no radar
O projeto já nasce com olhar voltado para o futuro. Para 2026, o ELECTROGRAMA pretende ampliar sua rede de colaboração, incluindo músicos de outros países da comunidade lusófona, como Cabo Verde, Angola e Moçambique. A ideia é transformar a iniciativa em uma plataforma ainda mais abrangente de intercâmbio cultural dentro do universo da música independente.
Ao apostar na conexão entre diferentes territórios e na força do coletivo, o ELECTROGRAMA se posiciona como um movimento que acompanha as transformações da indústria musical, onde fronteiras geográficas deixam de ser barreiras e passam a ser pontos de encontro.
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Por Rodrigo Godinho

