SANJ abre nova fase com o single “Máquina de Sol”
Projeto solo de Leonardo Sandi (Catavento) reflete sobre recomeços em uma mistura de garage, hip-hop e drum and bass
O primeiro passo de SANJ como artista solo nasce carregado de atmosfera, introspecção e aquele brilho que só aparece quando alguém decide reinventar os próprios caminhos. Em “Máquina de Sol”, o músico gaúcho Leonardo Sandi, conhecido por sua trajetória na banda Catavento, mergulha em novas paisagens sonoras sem perder o olhar sensível que sempre marcou sua obra. A faixa apresenta uma fusão envolvente entre garage, elementos do hip-hop e nuances de drum and bass, resultando em um indie pulsante e afetivo.
A música nasce de um sentimento de despertar, um reencontro com os sonhos deixados no meio do caminho. SANJ transforma essa energia de recomeço em uma espécie de lembrete ao ouvinte, aquela cutucada necessária para seguir adiante mesmo quando tudo à volta parece frio demais. “Essa música é o meu recomeço, mas também é um lembrete para todo mundo que já sentiu o tempo escapar, que ainda dá para correr atrás dos sonhos”, comenta o artista.
As inspirações da faixa atravessam paisagens e afetos. Vivendo na serra gaúcha, onde o frio e a neblina quase se tornam personagens, SANJ começou a compor a música durante uma caminhada na beira da praia, momento que transformou em memória e poesia. Ele conta que “Máquina de Sol” também nasce de uma paixão e da imagem simbólica de um cientista solitário tentando criar luz onde não existe. “Sempre imaginei essa imagem de um cientista no porão tentando criar uma máquina de sol. E um dia, quando ele finalmente consegue, tudo explode em luz.”
O single tem produção, beat e pianos de Murilo Vitorazzi (mrl), parceiro de longa data de SANJ. Ele também divide a composição com MRL e Francisco Maffei (chigo), responsável pela mixagem e masterização da faixa.
Ouça o single “Máquina do Sol”: http://tratore.ffm.to/sanjmaquinadesol
Sobre Sanj
Leonardo Sandi, músico, compositor e instrumentista de Caxias do Sul (RS), é reconhecido pela sólida trajetória na banda gaúcha Catavento. Com o grupo, lançou três discos ao longo da última década — “Lost Youth Against The Rush”, “Cha” e “Ansiedade na Cidade” — além de ter passado por palcos como Lollapalooza, Festival Bananada e Meca Festival.
Trabalhando com música desde a adolescência, Sandi passou por diversas fases sonoras, do emo à psicodelia, do rock à nova MPB e ao jazz. Além da música, está profundamente envolvido com áreas visuais, como design, ilustração e pintura. Em SANJ, ele abre uma nova porta criativa, explorando influências de R&B, hip-hop e sonoridades híbridas que marcam este novo capítulo.
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Por Ana Quinto – Café 8

