Claustrofobia lança “AQUI NÃO” com participação de João Gordo e reafirma postura combativa no metal nacional
Após o aclamado álbum Unleeched, os irmãos D’Angelo retornam cantando em português e apostam em crossover agressivo com mensagem direta, em parceria com o vocalista do Ratos de Porão
O Claustrofobia está de volta com força total. A banda brasileira lança o single “AQUI NÃO”, faixa inédita que marca o retorno do grupo cantando em português e traz a participação especial de João Gordo, ícone do hardcore e do crossover nacional. A música chega às plataformas nesta quarta-feira, dia 14, acompanhada de um videoclipe que une performance tradicional da banda com recursos de Inteligência Artificial, explorados pela primeira vez pelo grupo.
O lançamento sucede o álbum Unleeched, trabalho amplamente elogiado pela imprensa internacional e nacional, com destaques em veículos como Metal Injection, Decibel Magazine e Roadie Crew. O disco foi lançado pelo selo americano M-Theory Audio e chegou ao Brasil pela Wikimetal Music, consolidando mais uma fase sólida da carreira dos irmãos D’Angelo.
Um manifesto sonoro direto e sem concessões
Segundo Marcus D’Angelo, “AQUI NÃO” é um retrato fiel da identidade do Claustrofobia. A faixa mistura Thrash, Hardcore e Death Metal em um crossover intenso, com letra ácida e posicionamento claro diante das contradições do mundo atual, especialmente no contexto brasileiro.
O músico explica que a canção reforça a recusa da banda em abrir mão de seus princípios, mesmo em um cenário onde a adaptação forçada e as regras convenientes parecem dominar. A escolha de João Gordo para a colaboração surge como algo natural, reunindo duas forças históricas do metal e do hardcore nacional em uma mesma mensagem de resistência e confronto.
Ouça agora o single “Aqui Não”: https://onerpm.link/claustrofobia-aqui-nao
João Gordo celebra parceria inédita
Para João Gordo, a participação em “AQUI NÃO” representa um encontro aguardado há anos. O vocalista do Ratos de Porão destaca o respeito pela trajetória do Claustrofobia e pela postura sempre agressiva e consciente da banda, tanto em estúdio quanto ao vivo.
Ele ressalta a força da música, a relevância da letra e a importância de cantar em português, valorizando a comunicação direta com o público brasileiro. Para Gordo, o Claustrofobia segue como um dos grandes bastiões do metal raivoso feito no país, mantendo intensidade, fúria e autenticidade ao longo das décadas.
Videoclipe une tecnologia e estética underground
O videoclipe de “AQUI NÃO” foi desenvolvido pela Cyber Dog e marca a primeira experiência do Claustrofobia com o uso de Inteligência Artificial em uma produção audiovisual. O resultado mescla elementos digitais com cenas de performance crua da banda, mantendo a estética agressiva e direta que sempre caracterizou o grupo.
A proposta visual acompanha o discurso da música, criando um contraste entre o mundo virtual dominante e a presença física, visceral e real do Claustrofobia, reforçando a mensagem de resistência expressa na letra.
Trajetória internacional e respeito conquistado no underground
Atualmente baseado nos Estados Unidos, o Claustrofobia construiu uma carreira sólida no Brasil, América do Sul, Europa e América do Norte. A banda excursionou com o Sepultura, abrindo shows da turnê de despedida Celebrating Life Through Death, ao lado de nomes como Obituary e Agnostic Front, além de participar recentemente da turnê norte-americana da Crypta.
Fundado em 1994, o projeto dos irmãos D’Angelo sempre manteve uma postura fortemente independente, transitando com a mesma atitude dos clubes underground mais sujos aos maiores palcos do metal mundial. Não por acaso, o grupo já dividiu o palco com gigantes como Iron Maiden, Slayer, Anthrax e o próprio Sepultura.
Em 2019, o Claustrofobia protagonizou um retorno histórico ao Brasil para se apresentar no Rock in Rio, atendendo a um pedido dos fãs por meio de uma petição nacional. No mesmo período, a banda também foi convidada pelo Slayer para abrir o último show do grupo em São Paulo.
Com “AQUI NÃO”, o Claustrofobia reafirma sua identidade, sua fúria e seu compromisso com uma música pesada, consciente e sem concessões, mantendo viva a chama do metal brasileiro no cenário underground e internacional.
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Por Jéssica Marinho – Reverbera Music Media

